TSC1 germline variantes patogênicas impulsionam Tuberous Sclerosis Complex (TSC) — um mTOR-pathwa...
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| ID | BMA-TSC1-GERMLINE-TUBEROUS-SCLEROSIS |
|---|---|
| Tipo | Relevância terapêutica |
| Estado | reviewed 2026-05-18 | pending_clinical_signoff | actionability review required |
| Doenças | DIS-RCC |
| Fontes | SRC-NCCN-CNS-2025 |
Fatos de ação
| Biomarcador | BIO-TSC1-GERMLINE |
|---|---|
| Variante | TSC1 patogênica da linha germinativa (perda de função da hamartina) |
| Doença | DIS-RCC |
| Nível ESCAT | IIA |
| Combinações recomendadas | everolimus 10 mg PO daily — TSC-associated SEGA (not amenable to resection) or renal AML ≥3 cm, sirolimus — LAM (off-label TSC variant) with FEV1 decline, multidisciplinary surveillance per TSC Consensus Conference 2012/2021 |
| Resumo das provas | TSC1 germline pathogenic variants drive Tuberous Sclerosis Complex (TSC) — an mTOR-pathway hyperactivation syndrome with multi-organ tumor predisposition: subependymal giant cell astrocytoma (SEGA), renal angiomyolipomas (AML), lymphangioleiomyomatosis (LAM, females), cardiac rhabdomyomas, and cortical tubers. Confirmed-carrier surveillance protocol (per Tuberous Sclerosis Complex Consensus Conference / NCCN CNS): brain MRI q1-3y through age 25 for SEGA, renal MRI/US q1-3y from diagnosis (lifelong) for AML, pulmonary function tests + HRCT chest q5-10y in adult females for LAM, baseline echocardiogram + ECG, dermatology and ophthalmology exam annually. mTOR inhibitors (everolimus, sirolimus) are active across SEGA, growing renal AMLs (≥3 cm), and LAM — these are surveillance-triggered interventions, not prophylactic. ESCAT IIA (predisposition with established surveillance + targeted therapy on progression). |
Notas
STUB — Expansão da linha germinativa da onda A+B. Indicação ligada: nenhuma (atualmente não existe nenhuma entidade de indicação específica do TSC; vigilância desencadeada através da camada RF/ Algoritm). A assinatura de dois ciclos-Co-Lead está em fila. a atividade inibidora do mTOR está bem estabelecida (ensaios EXIST-1/2/3) — TSC1 e TSC2 são funcionalmente equivalentes para indicação de tratamento; os portadores do TCS2 tendem a ter fenotipo mais grave, mas aplica-se o mesmo protocolo de vigilância/tratamento.
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