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NTHL1 germline biallélica (homozigota ou heterozigoda composta) variantes patogênicas causam...

Visão determinística da entidade fonte YAML. A autoridade clínica permanece com os IDs de fonte citados e estado de assinatura do revisor.

IDBMA-NTHL1-GERMLINE-NAP-BIALLELIC
TipoRelevância terapêutica
Estadoreviewed 2026-05-18 | pending_clinical_signoff | actionability review required
DoençasDIS-CRC
FontesSRC-NCCN-GENETIC-FAMILIAL-CRC-2025

Fatos de ação

BiomarcadorBIO-NTHL1-GERMLINE
VarianteNTHL1 germe biallélico patogênico (políposi associada a NTHL1)
DoençaDIS-CRC
Nível ESCATIIA
Combinações recomendadascolonoscopy q1-2y from age 25-30 with polypectomy, EGD q3-5y from age 30, breast MRI + mammography annual from age 30-35 (women), endometrial sampling + TVUS q1-2y from age 35-40, annual urinalysis + skin exam, cascade testing — partner carrier screening for couples planning children (autosomal-recessive transmission)
Resumo das provasNTHL1 germline biallelic (homozygous or compound heterozygous) pathogenic variants cause NTHL1-associated polyposis (NAP) — autosomal-recessive, attenuated/oligo-polyposis with early-onset colorectal cancer plus a broad multi-tumor spectrum: breast (~60% lifetime in women), endometrial, duodenal, urothelial, brain tumors, basal-cell carcinomas, and hematologic malignancies. Tumors carry the characteristic NTHL1 mutational signature (SBS30 — C>T at NCG and NCT contexts) from defective base-excision repair. Confirmed-carrier (biallelic) surveillance protocol (per Grolleman et al. 2019 / NCCN Genetic CRC): colonoscopy q1-2y from age 25-30 with polypectomy, EGD q3-5y from age 30, breast MRI + mammography annual from age 30-35 (women), endometrial sampling + TVUS q1-2y from 35-40, urinalysis annual, skin exam annual. Heterozygous (monoallelic) NTHL1 carriers are not currently considered at materially elevated cancer risk and do not enter surveillance — only biallelic carriers qualify. ESCAT IIA.

Notas

STUB — Expansão da linha germinativa da onda A+B. Indicação ligada: IND-LYNCH-CARRIER- SURVEILLANCE usada como modelo de vigilância multiorgânico mais próximo (até agora não existe nenhuma indicação específica do NAP). Asinado biclinico-co-lead em fila. Crítico: só os portadores biallelicos do NTHL1 entram neste protocolo; os heterozigotos monoalleicos não (autossómico-recesivos). Teste de parceiro-transportador para aconselhamento reprodutivo em cascata. A assinatura mutacional tumoral SBS30 em um CRC sem resultado germinativo explícito é um sinal de determinação de caso forte do NTHL1.

Usado por

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