ALK L1196M é a mutação do gatekeeper que confere resistência ao crizotinib, mas ret...
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| ID | BMA-ALK-L1196M-NSCLC |
|---|---|
| Tipo | Relevância terapêutica |
| Estado | reviewed 2026-04-27 | pending_clinical_signoff | actionability review required |
| Doenças | DIS-NSCLC |
| Fontes | SRC-CIVIC SRC-ESMO-NSCLC-METASTATIC-2024 SRC-NCCN-NSCLC-2025 |
Fatos de ação
| Biomarcador | BIO-ALK-FUSION |
|---|---|
| Variante | L1196M (resistência adquirida) |
| Doença | DIS-NSCLC |
| Nível ESCAT | IB |
| Combinações recomendadas | alectinib em monoterapia, brigatinib en monoterapia e lorlatinib |
| Contraindicated monotherapy | crizotinib (resistente) |
| Resumo das provas | ALK L1196M is the gatekeeper mutation conferring resistance to crizotinib but retaining sensitivity to 2nd-gen ALK-TKIs (alectinib, brigatinib, ceritinib) and to lorlatinib. Historically the most common crizotinib-resistance mutation; less prevalent now that crizotinib is no longer 1L. |
Notas
OncoKB R1 (resistência apenas ao crizotinib). Menos relevante clinicamente na era moderna, uma vez que o crizoinib já não é 1L.
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