A perda biallélica RB1, juntamente com a perda TP53, é a marca molecular do SCLC (~95% de c...
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| ID | BMA-RB1-SCLC |
|---|---|
| Tipo | Relevância terapêutica |
| Estado | reviewed 2026-05-04 | pending_clinical_signoff | actionability review required |
| Doenças | DIS-SCLC |
| Fontes | SRC-CASPIAN-PAZ-ARES-2019 SRC-NCCN-SCLC-2025 |
Fatos de ação
| Biomarcador | BIO-RB1 |
|---|---|
| Variante | Perda biallélica RB1 (universal em SCLC; define assinatura molecular SCLC juntamente com perda TP53; não um biomarcador de seleção de tratamento em SCCL, mas essencial para o diagnóstico) |
| Doença | DIS-SCLC |
| Nível ESCAT | IIIB |
| Combinações recomendadas | etoposide 100 mg/m² IV days 1–3 + cisplatin 25 mg/m² IV days 1–3 + atezolizumab 1200 mg IV day 1 q21d × 4 cycles, then atezolizumab maintenance (IMpower133 regimen; FDA 2019), etoposide + carboplatin + durvalumab (CASPIAN regimen; FDA 2020) |
| Contraindicated monotherapy | Inibidores do CDK4/6 (palbociclib, ribociclib, abemaciclib) — inativos universalmente no SCLC devido à perda de RB1/pRb; o pRb é o substrato para o CDK4/6 e sem ele a inibição do CDK4/6 não tem efeito antiproliferativo |
| Resumo das provas | RB1 biallelic loss, together with TP53 loss, is the molecular hallmark of SCLC (~95% of cases have both). RB1 loss is not used to select therapy in SCLC (all SCLC patients receive the same backbone: EP/EC ± atezolizumab/durvalumab); rather, it is a diagnostic characteristic and potential therapeutic vulnerability. RB1 loss renders cells dependent on alternative cell cycle regulators (CDK4/6-independent E2F activation) — this is why CDK4/6 inhibitors have no activity in SCLC (pRb loss negates CDK4/6 inhibition). Investigational targeting of RB1-deficient SCLC: aurora kinase A inhibitors (alisertib — phase II, limited activity); EZH2 inhibitors (tazemetostat — RB1-null tumors may have heightened EZH2 dependence); LSD1 inhibitors; ATR/CHK1 inhibitors (replication stress in RB1-null context). ESCAT IIIB: RB1 loss is diagnostically informative and a conceptual therapeutic target, but no FDA-approved targeted therapy exploiting RB1 deficiency as of 2026. |
Notas
ESCAT IIIB: A perda de RB1 no SCLC é um marcador de resistência e característica diagnóstica (CDK4/6i), mas não seleciona a terapia direcionada ativa. A perda da proteína Rb pelo IHC é usada clinicamente para distinguir SCLC de outras neoplasias neuroendocrinas de alto grau: Rb-negativo (SCLC) vs Rb retenido (tumor carcinoide, LCNEC pode ser variável). Os subtipos moleculares SCLC (ASCL1-alta, NEUROD1- alta, POU2F3-alta e YAP1- elevada) estão emergentes como preditores de DLL3 (rovalpituzumab tesirina/tarlatamab) e resposta inibidora do LSD1, mas são biomarcadores separados do RB1. Tarlatamabe (DLL3-alvo biTE; FDA 2024 para 2L+ SCLC) não seleciona com base no estado RB1 .
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